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GESTÃO DE ECONOMIA E DE FINANÇAS Durante a assistência que presto para as empresas tenho encontrado com freqüência, até um pouco assustadora, quando se trata de empresas de certo porte, o desconhecimento total sobre a evolução ou involução do capital de giro e sobre os resultados econômicos atingidos pelas empresas. As duas posições são vitais para um bom e sadio desempenho da empresa. Infelizmente, muitos contadores não estão preparados para fornecerem estes dados para os empresários e, estes por desconhecimento, não os solicitam. Mas, não podemos dirigir uma empresa com sucesso sem ter estas posições periodicamente (por semana, quinzena ou mês) na mão, para analisar e tomar ação corretiva, caso seja necessário. Podemos passar por um sério aperto financeiro, mas se a minha conta de resultados é favorável, é somente uma questão de tempo quando este aperto vai passar, porque a minha empresa produz lucro. Entretanto, posso ter um belo saldo no banco, mas com a empresa produzindo prejuízo continuamente, também é questão de tempo quando o dinheiro vai acabar e pode ser tarde demais para tomar alguma medida corretiva. Com o capital de giro se dá a mesma coisa. Quantos investimentos precipitados ou fora de hora estão feitos, ameaçando a própria sobrevivência da empresa, porque não há um acompanhamento que me diga, se tenho ou não tenho condições de efetuá-los. Em outras palavras, se a empresa criou ou está criando gorduras ou sofre de hemorragia interna. Os contadores me alegam, que acompanham índices de liquidez, de endividamento, de retorno sobre os ativos etc. Alguém acredita que os bancos não têm departamentos de análise de crédito, que se baseiam nestes mesmos dados? Pois é, e olhem quanto dinheiro os mesmos bancos têm a receber das firmas que ultimamente, só em Franca, não conseguiram honrar os empréstimos feitos? Para que servem estas análises? Dramático foi o caso de um empresário em Nova Serrana que após a introdução destes controles, descobriu que em quatro meses sobre um faturamento de 2,1 milhões obteve um lucro de 17 mil reais. Bastava um pequeno cliente não pagar e a empresa passaria para a faixa do prejuízo. Felizmente, implantados os controles, em seis meses, este empresário recuperou o que deixou de ganhar e hoje está em situação sólida. O mais interessante é, que quem faz o trabalho é uma mocinha, a quem o dono da empresa vem perguntar como está a situação no tocante aos resultados e o capital de giro! Vamos deixar as vaidades ou o orgulho pessoal de lado e fazer de nossas empresas máquinas que produzem dinheiro vivo e proporcionem segurança a todos que delas tiram o sustento desde o dono da empresa até a última faxineira. A época, quando as empresas funcionavam na base da intuição dos proprietários, está definitivamente enterrada. Em qualquer atividade hoje exige se o profissionalismo total com aplicação dos mais modernos e eficazes métodos de gestão disponíveis. O preço a ser pago por quem achar que pode sobreviver sem eles, é elevado demais. |
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