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SOLAS SINTÉTICAS COMPROMETEM A SAÚDE ? Hoje em dia é raro encontrar calçados com sola de couro. E mesmo estas solas contém insertos de borracha ou de polímeros, que evitam um contato direto com o solo. Todos sabemos sobre as propriedades isolantes dos polímeros ou elastômeros, mas pouco nos preocupamos com o reflexo deste isolamento sobre a saúde. O bio-eletromagnetismo é um fenômeno conhecido e estudado em profundidade. Não há nenhuma novidade sobre a influencia de ondas magnéticas sobre o corpo ou sobre o bem estar. Desde o século XVIII quando o médico austríaco Franz Mesmer começou tratamentos terapêuticos baseados no magnetismo anímico, estes conhecimentos estão á disposição de todos. Mas, em termos práticos pouco foi feito no tocante aos calçados. Quando o homem andava descalço a dissipação de cargas de eletricidade estática foi natural, porque com cada passo “aterrava” a carga criada e acumulada. Usando calçados com solas de couro, o problema não existia porque o couro e, principalmente em associação com a umidade dentro do calçado, é condutivo e a dissipação da carga eletrostática ocorre naturalmente. Mas no momento em que o corpo é isolado do chão pela ação de material não condutivo, como borracha, PVC, poliuretano, TPU e similares, a carga da eletricidade estática não tem por onde se dissipar, a não ser através do contato das mãos com outras superfícies que não estejam isoladas, isso quando há esse contato. Esta situação fica agravada ainda mais com uso de roupas de fibras sintéticas, cuja fricção durante o ato de andar cria campos carregados de eletricidade estática, ou o andar sobre chão acarpetado, ou isolado com placas de polímeros, sem falar sobre as horas sentadas em frente ao computador, cujas irradiações eletromagnéticas também contribuem para acúmulo de carga de eletricidade estática. Quem já morou no hemisfério Norte aprendeu a tocar a parede antes de apertar o botão do elevador, para não receber o choque da descarga elétrica, acumulada sobre o corpo, nos dias de inverno, com umidade relativa do ar em torno de 10%, calçando sapato com sola de borracha. A pilha elétrica em que a gente se transforma é descarregada, quando tocamos a parede, ou seja, fazemos a “terra”. O interessante é, que existe calçado de segurança específico, na categoria do “antiestático”. Quer dizer que o fenômeno é conhecido e combatido, mas tão sómente na área de segurança de trabalho. Existem até calçados com solas de borracha, com fios de cobre inseridos, para uso nas salas de cirurgia, não para proteger os cirurgiões das cargas eletrostáticas, mas para evitar faíscas elétricas perigosas de causar explosões de gás éter anestésico. Nas últimas décadas, com o uso quase que exclusivo de solas de materiais não orgânicos nos privamos do contato eletromagnético direto com a terra. O fenômeno de bio-eletromagnetismo merece ser estudado mais e, não tenho dúvida, que com a crescente preocupação com a nutrição, saúde e qualidade de vida, também estes estudos não demorarão a aparecer. O calçado, forçosamente, será um dos principais tópicos e meios para dissipar as cargas eletromagnéticas nocivas ao organismo humano. Fica aqui uma sugestão aos produtores de calçados para apressar o desenvolvimento dos calçados do tipo protetor contra esta ameaça oculta, mas real, para a saúde humana e, fazer disso um importante ponto de venda. As pessoas, cada vez mais preocupadas com a qualidade de vida, com toda certeza, responderão positivamente, agradecidas. Zdenek Pracuch |
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